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Colunistas

A criatura é produto da Criação Tornou-se expressão de tudo que há de pior A criatura te fita enquanto, só, Se engole seco, o grito que não grita O livre grito A criatura nascida da Criação lembra, Ao tomar posse desse corpo enfermo enquanto tosse, Da remoção

"Os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz." "Não de indignes de forma alguma" "Vale mais o pouco que tem o justo, do que as riquezas de muitos ímpios". Salmo 37 Livra-te das percepções que romantizam sofrimentos Defenda-te das religiões e

Implode eu aqui dentro, me perdendo morrendo, desmoronando sob as óticas dos meu comandos implorando por acabar ou por não perceber a dor que ali está Fecho-me retenho a explosão interna que perdura e destrói aqui dentro amargura, e só se expressa pelas rachaduras Permaneço vivo, rachado, as dores multiplicam-se ao quadrado e eu alquebrado. ALQUEBRADO   [caption id="attachment_22446" align="aligncenter" width="1145"] "Alquebrado",

Dormente ao abrupto fim pungente das coisas alegres o vazio me domina torno-me entregue. E nessa falta de graça, a vida me ultrapassa e o ser vivo que eu era torna-se cabaça. Vazio oco preocupa-me pouco toda essa desgraça foda-se a alegria a humanidade caminha para o fim da linha em conjunto porém, sem companhia DEPRESSÃO   [caption id="attachment_22188" align="aligncenter"

Na poesia fluida do rio da vida a semente abruptamente nasce cresce conforme o rio lhe compadece O rio planta a árvore transborda o poema encanta a semente acorda O poema nasce SEMENTE DA POESIA [caption id="attachment_21822" align="aligncenter" width="1145"] Árvore de Rio © Dian Pinheiro /Acervo pessoal[/caption]   Siga o Dian no Instagram