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Ângela, de Marília Nogueira, vence a categoria Júri Popular do 21º Festcurtasbh

Como se o céu fosse oceano, de Breno Henrique, foi eleito na Competitiva Minas; Negrum3, dirigido por Diego Paulino, foi o vencedor da Competitiva Brasil e Sojourner, de Cauleen Smith, na Competitiva Internacional
Por Redação Feira Cultural

O 21º Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte – FestCurtasBH, realizado pela Fundação Clóvis Salgado, com recursos da Lei de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte anunciou na noite de sábado (7), os curtas-metragens vencedores das mostras Competitivas Minas, Brasil e Internacional, além do melhor filme eleito pelo Júri Popular. A cerimônia de premiação ocorreu no Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes.

A obra Ângela, de Marília Nogueira, foi escolhida como o melhor curta-metragem pelo Júri Popular e, por isso, foi agraciado com Troféu Capivara – 21º FESTCURTASBH e premiação em serviços audiovisuais ofertados por parceiros do FestCurtasBH.

Entre os 123 curtas exibidos no 21º FESTCURTASBH, seis filmes foram selecionados para a Mostra Competitiva Minas. Concorreram ao prêmio de melhor curta na mostra Competitiva Brasil 18 filmes de oito estados – Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Ceará, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Para a mostra Competitiva Internacional, foram selecionados 18 filmes de 12 países: Argentina, Equador, Cuba, Brasil, Índia, Canadá, Finlândia, Suíça, França, Portugal, Filipinas e Estados Unidos.

O curta-metragem Sojourner, de Cauleen Smith (EUA, 2018), foi o vencedor da mostra Competitiva Internacional. O filme recebeu o Prêmio de melhor curta-metragem de R$ 5 mil e o Troféu Capivara – 21º FESTCURTASBH. A comissão julgadora foi composta por Kênia Freitas (pesquisadora, curadora e crítica), Mariana Mól (doutora e mestre em Artes e professora da graduação de Cinema e Audiovisual da UNA) e Mateus Araújo (doutor em Filosofia UFMG/Sorbonne e professor de Teoria e História do Cinema na ECA/USP), que justificou a escolha por ser um filme que inventa a sua forma ao reorganizar de modo transepocal a história das lutas feministas negras recolhidas em espaços e temos distintos. “Sojourner” aponta para o futuro num gesto propositivo de criar formas coletivas de estar e ocupar o mundo.

Negrum3, de Diego Paulino foi o vencedor da Competitiva Brasil © Alexandre Paulino /Divulgação

O vencedor do prêmio de melhor filme da mostra Competitiva Brasil foi Negrum3, dirigido por Diego Paulino. O júri formado Carla Italiano (curadora e pesquisadora), Clara Moreira (artista visual e cartazista) e Christopher Harris (cineasta homenageado do FestCurtasBH 2019) justificou a escolha por se destacar pela força de sua afirmação frente às distopias do presente num filme que encontra nos corpos dissidentes e insubmissos o caminho para fabulação de um outro futuro possível. O filme recebeu o Prêmio de melhor curta-metragem no valor de R$ 5 mil e prêmios em serviços ofertados por parceiros do FestCurtasBH.

Como se o céu fosse oceano, de Breno Henrique, foi eleito o melhor filme da mostra Competitiva Minas, pelo júri composto por Clarissa Alvarenga (professora da Faculdade de Educação da UFMG e cineasta), Juliano Gomes (crítico e professor), Soraya Martins (curadora do FIT/BH – 2018 e doutoranda em Literaturas de Línguas Portuguesa) pela maneira com que esboços de tempo e espaço, filtrados por singularidades, reconfiguram a urbanidade e pela construção de um espaço comum, mas não igual, que semeia fabulações, em registros variados, criando futuros no agora. O curta-metragem recebeu o prêmio de melhor curta-metragem mineiro, no valor de R$ 5 mil e prêmios em serviços ofertados por parceiros do FestCurtasBH.

O filme Sete anos em maio, de Affonso Uchôa, mereceu a menção honrosa do júri da Competitiva Brasil.

Imagem em destaque: Ângela, de Marília Nogueira (BRA, 2018) © Divulgação /CHM