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Espetáculo “Perdoa-me por morrer” propõe experimentações cênicas sobre a existência

Montagem do grupo Contraponto <experiência> cumpre temporada do dia 23 a 25 de agosto na Funarte; Ingressos custam R$ 20
Por Redação Feira Cultural

Em maio deste ano, o grupo Contraponto <experiência> levava aos palcos do Sesc Palladium o espetáculo Perdoa-me por morrer: um concerto minimalista para as vidas que sobraram. Levando em consideração os recentes acontecimentos no país, a montagem volta a ser apresentada, dessa vez, na Funarte, de 23 a 25 de agosto, absorvendo consideração novas propostas cênicas de um exercício teatral em constante mudança, cujas vicissitudes do processo são incorporadas à dramaturgia cênica e a necessidade da interação da poética cênica com os espaços e o convívio.

Dramaturgia é alterada de acordo com vivências do grupo © Glênio Campregher

Segundo o diretor Luiz Carlos Garrocho, que também assina o roteiro, a peça trata daqueles e daquelas que estão submetidos aos processos de desterritorialização, numa existência liminar e sujeita aos riscos. Hoje, segundo o diretor, “milhões de pessoas são obrigados, seja devido às guerras ou à extenuação dos recursos elementares do viver, a abandonar suas terras e moradas: refugiados, atravessadores, jovens rebelados que se lançam contra as patrulhas fronteiriças e suas milícias”.

Perdoa-me por morrer conta com as atuações de Rafael Paiva, Renata Rocha e Sitaram Custódio, além da execução de música ao vivo por João Paulo Prazeres, que também assina a trilha sonora composta para o espetáculo. Participação especial de Álvaro Freitas, Davds Lacerda e Thiago Rosado na atuação. A produção fica em cartaz de sexta a domingo, às 19h. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada), à venda na bilheteria da Funarte.

O espetáculo, de características working in progress, segundo Garrocho, por ser continuamente aberto às transformações em curso, envolve uma dimensão também de teatro ambiental, que é uma das características do Contraponto <experiência >. O nome do coletivo é uma homenagem ao disco Experience, de Jimi Hendrix, devido às propostas de experimentação desse grupo, que se articula entre uma linguagem de teatro físico, instalação e performance.

O subtítulo “concerto minimalista”, segundo Garrocho, é o que caracteriza a linguagem em pauta: traços de repetição e defasagem, ações não-dramáticas e baseadas no movimento, sem resolução dramática. Ainda na equipe, o coreógrafo, performer e diretor Tiago Gambogi, assina a dramaturgia do movimento com Luiz Carlos Garrocho. O desenho de Luz é de Lucas Matias. E o figurino é de Ana Luisa Santos.

Crédito da imagem em destaque: Glênio Campregher

Serviço:
Perdoa-me por morrer: um concerto minimalista para as vidas que sobraram
Data:
23/8 a 25/8 (sexta a domingo)
Horário: 19h
Local: Funarte MG
Endereço: Rua Januária, 68 – Centro
Ingressos: R$ 20(inteira) e R$ 10 (meia-entrada)
Informações: (31) 3213-3084 | funarte.gov.br