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Arautos do Gueto e Cia Evandro Passos se apresentam no Memorial Minas Gerais

Atividade faz parte da programação 2019 do projeto Diversidade Periférica; Apresentação é no sábado, 27 de julho, às 15h
Por Redação Feira Cultural

Como parte da programação do projeto Diversidade Periférica, o Memorial Minas Gerais promove, no sábado (27), às 15h, o encontro entre os tambores percussivos do grupo Arautos do Gueto e os corpos dançantes da Companhia Evandro Passos (Cia Bataka). A entrada é gratuita. Após o encontro das duas companhias, haverá ainda um bate-papo com Evandro Passos (diretor da Bataka) e José Inácio (diretor do Arautos do Gueto), às 16h.

Cia Evandro Passos © Edson Luiz

Focada na valorização da produção cultural das favelas e periferias de Belo Horizonte, a edição deste ano do projeto tem curadoria da ativista social Patrícia Alencar, que co-fundadora da Frente Favela Brasil e uma das diretoras da Central Única de Favelas (Cufa).

“Há muita riqueza onde muitos só enxergam problemas e dificuldades. A favela nos mostra potência, local de constante transformação, nos becos e vielas o encontro da diversidade acontece de forma inovadora, criativa e desafiadora. Vêm de lá as mais ricas manifestações culturais do Brasil: o samba, o funk e o rap se destacam neste cenário”, destaca Patrícia.

O Grupo Cultural Arautos do Gueto foi formado em 1996 pelo músico e arte educador José Inácio com o objetivo de desenvolver atividades artísticas e culturais que estimulassem o protagonismo de adolescentes e jovens. Localizado na favela do Morro das Pedras, o grupo vem apresentando resultados eficientes em educação musical, com merecido destaque nos quesitos de disciplina, interação humana e instrucional, relação professor-aluno e transmissão de conteúdos musicais.

Dirigida por Evandro Passos, a Companhia Evandro Passos (Bataka) vem promovendo, por meio das danças afro-brasileiras e africanas, a confluência de jovens de diferentes favelas e regiões periféricas de Minas Gerais, fortalecendo a identidade e o pertencimento à cidade.

Criado em 2017, o projeto Diversidade Periférica é uma parceria entre artistas, produtores e grupos culturais das periferias de Belo Horizonte. O objetivo é trazer ao público as iniciativas, manifestações e práticas artístico-culturais produzidas nas comunidades, além de promover o acesso e a aproximação destes moradores à programação e atividades do Memorial. Ao longo deste segundo semestre, haverá um evento do projeto por mês. A entrada é gratuita e sujeita a lotação.

A curadora Patrícia Alencar terá como apoio na produção jovens das comunidades de onde virão as atrações. “A participação de pessoas da comunidade, não só como artistas, mas também na produção do evento, é uma forma de preparar e capacitar para o mercado de trabalho”, explica. Neste primeiro evento de julho, Kézia Coelho Vieira e Iara Luiz serão suas assistentes.

Crédito da imagem em destaque:  Inácio Antônio

Serviço:
Diversidade Periférica com Arautos do Gueto e Cia Evandro Passos
Data:
27/7 (sábado)
Horário: 15h
Local: Memorial Minas Gerais
Endereço: Praça da Liberdade, 640 – Funcionários
Entrada gratuita
Informações: (31) 3308-4000 | memorialvale.com.br