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Cantor pernambucano Siba é atração do encerramento do Ciclo de Literatura Contemporânea

Apresentação gratuita acontece no sábado, 15 de junho, no Museu de Arte da Pampulha
Por Redação Feira Cultural

No sábado (15), o músico, poeta e compositor pernambucano SIBA (Recife) encerra o Ciclo de Literatura Contemporânea – O Circuito e a Margem, com show gratuito, a partir das 11h, no Museu de Arte da Pampulha. O show, que muitas vezes se confunde com uma conversa informal sobre processo criativo do artista, é uma espécie de recital elétrico elaborado especialmente para este formato. A entrada é gratuita, com retirada de senhas meia hora antes da apresentação.

Depois de dois anos na estrada com o show do Avante (2012), Siba começou experimentado, em formato minimalista, musicas de diversos momentos de sua trajetória. “Ao longo do processo de amadurecimento dos shows do cd Avante, acumulei idéias e novas possibilidades de interpretação de músicas do repertório deste e de meus outros trabalhos. Algumas situações em que não pude levar a banda completa foram me forçando a reunir esse material e, quando me dei conta, tinha construído um jeito novo, mais intimista, de interpretá-lo”, diz siba.

O show, que muitas vezes se confunde com uma conversa informal sobre processo criativo do artista, é uma espécie de recital elétrico elaborado especialmente para este formato. Músicas dos discos “Fuloresta”, “Toda Vez que Eu Dou Um Passo o Mundo Sai do Lugar”, “Violas de Bronze”, “Avante” e o recém- lançado ” De Baile Solto”, dialogam entre si costuradas pela guitarra ponteada de Siba e complementada pela tuba de Leandro Gérvásio e a bateria de Rafael dos Santos.

Além do show, o artista participa de mesa redonda durante o Ciclo, na sexta-feira (14), no Teatro Espanca, a partir das 20h. O tema será Trova Elétrica Marítima, com mediação de Flavio de Castro e leitura de poema de João Paiva. A entrada também é gratuita.

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Nascido no Recife, em uma família que até hoje mantém sua forte ligação com suas origens rurais, Siba cresceu entre a cidade e o interior, dois mundos que fazem parte de um mesmo todo. Desde seus primeiros contatos com as tradições da Mata Norte, começou uma longa história de aprendizado e colaboração, exercitando ao longo dos anos os fundamentos da poesia ritmada para se tornar um dos principais mestres da nova geração do maracatu e dos cirandeiros.

Ao mesmo tempo, como líder da banda Mestre Ambrósio, desenvolveu um estilo musical inovador e singular, da qual o diálogo entre o tradicional e o contemporâneo, o passado e o presente, a rua e o palco são marcas distintas. Após viver em São Paulo por sete anos, Siba voltou para Pernambuco em 2002 para começar a “Fuloresta”, um grupo formado por músicos tradicionais de Nazaré da Mata, uma pequena cidade com 30 mil habitantes, distante 65 km de Recife. Seu álbum de estréia, “Fuloresta do Samba”, foi gravado com uma unidade móvel perto de Nazaré, e lançado em 2003, seguido de apresentações em todo o Brasil.

Crédito da imagem em destaque: José de Holanda