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Inscrições abertas para a 5ª edição do Projeto Cine Vida

Iniciativa oferece formação em cinema para jovens e adultos em várias regiões da cidade; Prazo vai até 24 de março
Por Redação Feira Cultural

O projeto Cine Vida está com inscrições abertas para a primeira oficina de 2019, que acontecerá de 04 de abril a 09 de maio, no Museu da Moda de Belo Horizonte. As inscrições são gratuitas podem ser feitas até 24 de março pelo neste link. Criado em 2014, o Projeto Cine Vida vem fazendo sucesso desde sua primeira edição realizada na regional norte da cidade. O quinto ano de execução do projeto terá início em abril e possui atividades programadas até dezembro. Todas as oficinas são gratuitas.

O projeto consiste na realização de oficinas de iniciação ao universo audiovisual, voltadas principalmente para formação de jovens e adultos das comunidades onde está presente. Ao longo das oficinas ofertadas, cada turma produz um curta-metragem, que terá sua exibição garantida no MIS Santa Tereza ao fim do ciclo de oficinas. O projeto oferece, ao longo de sua realização, aulas de roteiro, fotografia, produção, direção de cena e direção de arte, dentre outras.

Em conjunto com as oficinas, serão desenvolvidos 8 (oito) filmes de curta-metragem explorando o tema proposto com até dez minutos cada. (um filme por oficina/centro cultural). O enfoque é na formação dos jovens e adultos, principalmente localizados em áreas de vulnerabilidade e com pouco acesso à cultura e ao lazer. No entanto, serão aceitas inscrições de todos os públicos, independente de cor, sexo ou condição social a partir de 15 anos de idade.

No seu quinto ano, o projeto propõe a elaboração do tema “Rumos Inesperados”. A proposta é apresentar a cidade de Belo Horizonte, seus bairros, centros culturais, comunidades periféricas e os personagens que compõem esses territórios. A ideia de trabalhar o tema é abrangente ao contextualizar, por exemplo, os rumos políticos que um país e ou comunidade acabam tomando a partir de uma decisão individual ou coletiva.

“Vivenciamos também alguns rumos inesperados no nosso cotidiano, tão particulares e específicos na vivência de alguém dentro de uma cidade: como perder o emprego, achar algo na rua, engravidar sem planejamento ou até mesmo não acordar com o despertador naquela manhã chuvosa, por exemplo. O conflito abordado deve ser transformador e, aí, podem surgir tragédias, comédias, milagres ou dramas que valerão a pena serem contados”, explica Leandro Wenceslau, coordenador do projeto.

Crédito da imagem em destaque: Carina Castro Pedro

Mais informações
oficinacinevida.art.br