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#COLUNADODIAN

Tudo que morre na terra,
morre em mim
morre em todos nós
como se morrer fosse um libertar
como se libertar fosse atroz…

Morro aos poucos
aos poucos livro-me das prisões
aos poucos torno-me poesia
aos poucos me viro em canções

Beijo o fim
morro e renasço de novo
numa nova combinação
sou parido em arte
sou parido em oração
por tudo que o universo faz parte…

sangro e apodreço no Jazz
no clássico
no som
na música
na voz

após me reformular
após me equalizar
nesse mundo cada vez mais feroz
viro som, inaudível ao seu ouvido
ruído como se fosse bom
ruído como se fosse esquecido…

como se fosse te acordar
nesse seu mundo iludido
confusão particular…

na verdade sou ser humano
de uma origem na música,
de uma origem, engano…

PINGO DE MÚSICA NA MORTE

Sem título, ilustração de Thamiris Rezende

 

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