Widget Image
Widget Image
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, sed diam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore magna aliquam erat volutpat. Ut wisi enim

Assine a nossa newsletter

[contact-form-7 404 "Not Found"]

Festival Cura transforma rua Sapucaí no primeiro mirante de arte urbana do mundo

Evento coloriu mais quatro prédios no Centro da cidade; Próxima edição será realizada entre julho e agosto de 2019
Por Vítor Cruz

Depois de 15 dias de Festival, a 3ª edição do Festival Cura – Circuito Urbano de Arte chegou ao fim no domingo, 18 de novembro, com uma festa que já entrou para a história da cidade e celebrou a entrega dos quatro novos murais gigantes para a capital mineira, transformando a Rua Sapucaí, no bairro Floresta, no primeiro mirante de arte urbana do mundo.

Murais do artista Comum, em uma das colunas do Edifício Satélite © Área de Serviço /Divulgação

Já deixando saudades, mas não por muito tempo, a curadoria do festival anunciou a data para a próxima edição do evento. Novos prédios da capital irão receber os grafites do Cura entre os meses de julho e agosto de 2019. Enquanto o período não chega, o público pode contemplar mais intervenções artísticas no horizonte de BH.

Na esquina entre as Ruas da Bahia com Tupinambás, que por uma brincadeira com São Paulo está sendo chamada de Beco do RoBHin, tem agora uma empena feita pelo artista Comum com a técnica do stencil. E, ao seu lado, a empena de Letras, que contou com 21 artistas urbanos de Belo Horizonte.

LEIA MAIS:
Circuito Urbano de Arte anuncia prédios que serão pintados na 3ª edição do festival

No edifício do Amazonas Palace Hotel, Hyuro, argentina radicada na Espanha, deixou sua obra: um vestido rendado pendurado no cabide que é possível de ser visto mesmo à noite no Mirante Cura, na Rua Sapucaí.

Criola, artista responsável pelo maior mural desta edição, entregou para a cidade uma obra impactante, que pode ser apreciada de diversos pontos de Belo Horizonte, não só do Mirante: a pintura de uma deusa africana negra, com uma máscara tribal, sagrada e profana.

Grafite de Criola, Edifício Chiquito Lopes © Área de Serviço

 

LEIA TAMBÉM:
Anunciados os nomes dos artistas que vão participar da edição 2018 do Cura

E, para finalizar a nova série de grafites nos prédios da capital, o mural pintado pela PDF Crew dentro da Casa Sapucaí, parceira da programação do Festival na edição 2018 do Cura.

 

Painel da argentina Hyuro no Amazonas Palace Hotel © Área de Serviço /Divulgação

 

Saiba mais em: cura.art

Crédito da imagem em destaque: Área de Serviço