Widget Image
Widget Image
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit, sed diam nonummy nibh euismod tincidunt ut laoreet dolore magna aliquam erat volutpat. Ut wisi enim

Assine a nossa newsletter

[contact-form-7 404 "Not Found"]

Minas Gerais Audiovisual Expo começa nesta terça-feira com intensa programação em BH

Até 1º de setembro, público terá diversos eventos ligados à indústria audiovisual em diversos pontos da cidade
Por Antônio Pedro de Souza

A edição 2018 da Minas Gerais Audiovisual Expo – MAX começa nesta terça-feira, 28/8 e segue até o sábado, 1º/9, com intensa programação cultural em diversos pontos de Belo Horizonte. Em sua 3ª edição, a Max irá reunir relevantes empresas nacionais e estrangeiras compradoras, coprodutoras e investidoras, interessadas no estabelecimento de parcerias para aquisição, coproduções e licenciamentos de conteúdo audiovisual. No ano passado, o evento registrou uma expectativa de negócios da ordem de R$ 380 milhões, volume 45% maior ao contabilizado em 2016, ano de lançamento do festival mineiro. Para as Rodadas de Negócio da próxima edição, o evento recebeu 429 inscrições de projetos audiovisuais vindo de 11 estados brasileiros, onde se destacam Minas Gerais (55,94%), Rio de Janeiro (15,31%) e Bahia (7,23%) com o maior número de projetos.

Para esta edição, estarão presentes nomes de peso como Academia de Filmes, Arte 1, AXN, Canal Brasil, Canal Curta!, Cineart Filmes, CineBrasilTv, Comedy Central, Elo Company, Fashion TV, FOX, FOX Premium, Giros, Glaz, GloboNews, GNT, H2O Films, Investimage, Mais Globosat, Moonshot Pictures, MTV, Music Box, Nat Geo, Nat Geo Kids, Nickelodeon, Nick Jr., O2 Play, Panorâmica, Paramount Channel, Prime Box, Rede Minas, Sony, Telecine, Travel Box, TV Brasil, TV Cultura, TV Globo Minas, TV Rá-Tim-Bum, Videocamp, Vitrine Filmes, Viva, Woohoo e ZooMoo.

JOGOS ELETRÔNICOS:

Em meio às negociações que ocorrerão no Expominas, haverá espaço destinado ao mercado dos games: No dia 29/08, Giovane Webste da Aquiris Design de Som, e Thiago Shiefer, da Papprika by Tapps Games, abordam o tema Áudio para Games, com ênfase na produção, no mercado e nas oportunidades para os profissionais do setor. Já no dia 30, haverá a Análise de Mercado: Games no Brasil, com participação de Magno Maranhão, da ANCINE, Vicente Filho, da ABRAGAME/Manifesto Games, e Raoni Dorim, da GaMinG, que tem como foco o fato de o Brasil ser a 4ª maior indústria de consumo de jogos eletrônicos e os esforços realizados para o desenvolvimento do setor, a distribuição do conteúdo e também a capacitação de novos profissionais. Por fim, no dia 31, João Massarolo, da UFSCAR discutirá a complexa relação entre o design ficcional e a narrativa na construção de mundos transmídia, no debate intitulado Design ficcional, a construção de mundos transmídia e a estreita relação com os games.

COMISSÕES:

Outro assunto que será abordado na MAX 2018 será o das Film Comissions. Dia 30, Ana Cristina Costa e Silva, da Dharma Filmes, Alfredo Manevy, João Roni, da Ocean Filmes, e Steve Solot, da REBRAFIC, participam do painel Film Commission x economia local x profissionalização da cadeia produtiva x turismo cinematográfico x difusão da cultura, que trata da instalação de uma Film Commission como promotora de profundas mudanças na economia local em paralelo ao incentivo à produção audiovisual, assim como seu potencial de atração de recursos, transferência de know-how, difusão da cultura e turismo, incremento de recursos aos setores de logística, alimentício, suprimentos e hospedagem, além da profissionalização da cadeia produtiva.

No mesmo dia, o público poderá conhecer os Exemplos LATAM de Film Commissions em apresentações de 15 minutos sobre cada uma das Film Comissions participantes, resumindo sobre como se estabeleceram, seus resultados e as expectativas de cada uma. Ainda Tammy Weiss e Alfredo Manevy abordam Film Commissions e sua relação com o poder público para organizar e facilitar a produção, que analisa como o processo da viabilização de uma Film Commission passa por articulações com o poder público para permitir a implantação de um sistema que possa dialogar com diversas instituições como polícia, secretarias, bombeiros e tesouro, entre outros. E, por fim, representantes das Film Commissions participantes do evento, abordam os modelos de atuação para atrair produções para as regiões de interesse.

Já no dia 31, a consultora Tammy Weiss, acompanhada de representantes da Secretaria Municipal de Cultura, da BHtrans, da BeloTur, da Subsecretaria de Regulação Urbana e da Guarda Municipal, participa da Roda de conversa BH Film Commission com Produtores e Realizadores que objetiva promover um diálogo para a construção de um diagnóstico das demandas do setor, seus impasses e problemas relativos aos processos de filmagem em Belo Horizonte, apontando para novos caminhos na construção da sua Film Commission.

REALIDADES

Na quarta-feira, 29/8, Marcos Alves, da Ydreams, Rodrigo Terra, da Arvore Imersives, Rawlinson Terrabuio, da Beenoculus, e Marcos Ferreira, da Mob.Content, compartilham suas experiências no painel Realidade Virtual (VR), Realidade Aumentada (AR) e Realidade Mista – O Mercado, discutindo as mídias imersivas e a viabilização de negócios relacionados a essas novas tecnologias.

VR, AR e Realidade Mista – A Criação, conta com Tadeu Jungle, da Jungle Bee; Fabio Hofnik, da Hyper VR; Mario di Poi, da Maffia.io e Karina Israel, da YDreams; profissionais que exploram a criação para as mídias imersivas, que falam sobre o processo de criação, as tendências, o usuário como protagonista e os limites da produção do gênero.

REGULAMENTAÇÃO

Outro assunto que sempre vem à tona será debatido durante a MAX: a regulamentação dos conteúdos audiovisuais sob demanda. O vídeo sob demanda, também conhecido pela sigla em inglês VOD, é o conteúdo que pode ser acessado em qualquer horário via internet ou através de uma playlist da TV a cabo.

Diante disso, a regulamentação é um tema que se revela cada vez mais urgente e será abordada, no dia 30/08, por Mauro Garcia, da BRAVI; Ana Paula Bialer, da NETFLIX/BFA Advogados e Magno Maranhão, da ANCINE, que analisam a preparação da regulação do VOD, as demandas do mercado e as expectativas para um futuro próximo.

PAINÉIS SOBRE INCENTIVOS E INVESTIMENTOS NO SETOR

Durante toda a MAX, importantes discussões sobre o investimento e o incentivo no setor audiovisual terão destaque em painéis como o da Lei 12.485/11 – Visão do Mercado após 6 anos que irá reunir Carlos Ribas, do CISUP; Paulo Schmidt, da Academia de Filmes; Tereza Trautman, da CinebrasilTV; Magno Maranhão, da ANCINE e Mateus Peçanha, do Estúdio GIZ, abordando as alterações para o mercado, as novas políticas implementadas, o aumento da presença do conteúdo nacional e o que mudou para as produtoras independentes e exibidores após a regulamentação da TV a Cabo no Brasil.

O Mercado Internacional de Documentários, apresentado por Patrizia Mancini, do Sunny Side of The DOC; Fernando Dias, da Grifa e Luis Antonio Silveira trata sobre o que buscam os players internacionais no mercado brasileiro, como levar o conteúdo para o mercado internacional e quais são as oportunidades para as produtoras de documentários nacionais.

O potencial de monetização através da exploração de conteúdos audiovisuais, incluindo games e V.R, atrai cada vez mais o interesse de investidores que apostam no retorno de investimentos realizados na criação de propriedades intelectuais e é o tema central do painel Mecanismos de Investimento na Indústria Audiovisual, com Gabriel Kessler, do Investimage; Fernanda Farah, do BNDES; Cristiano Garcia, do Culturinvest e moderação de Rodrigo Guimarães, da Panorâmica.

As Oportunidades de Negócios Internacionais – Brasil e Canadá serão abordadas por Christiano Braga, da APEX-Brasil e Raphaelle Lapierre Houssain, do Consulado do Canadá durante o evento, que também contará em sua programação com outros painéis voltados para o desenvolvimento de mercado como Novas linhas do Fundo Setorial do Audiovisual e os mecanismos de fomento público, Modelos de Incentivos Latino Americanos e Licenciamento de Produtos – Explore sua marca e personagens, entre outros.

MÚSICA

Se é audiovisual, a música se torna um elemento essencial de discussão. Então, vários painéis discutirão o tema, como O Negócio da Música no Audiovisual, que reúne Marcelo Castello Branco, da UBC; Guilherme Fiuza Zenha, da Solo Filmes; Nelson Soares e Marcos Moreira, de O Grivo; que debaterão sobre a monetização, a defesa dos direitos autorais e os meios possíveis para arrecadar e fiscalizar o uso das trilhas sonoras em obras audiovisuais.

Giovane Webster, da Aquiris Design de Som e Thiago Shiefer, da Papprika by Tapps Games, falam sobre Áudio para Games, destacando a indústria de games como uma das grandes oportunidades para a produção de trilhas sonoras originais, licenciamento de fonogramas, criação de efeitos e finalização de áudio.

Produção Musical para o Audiovisual, com a participação de David Tygel (RJ) e Alexandre Guerra (Input), com moderação de Barral Lima (UN Music), traz compositores responsáveis por trilhas sonoras de longas metragens e séries para debater o papel do áudio na narrativa do conteúdo e a influência que o uso de composições nacionais tem para a cultura brasileira.

Elisa Eisenlohr, da UBC, lidera o painel Música na Tela: Oportunidades para produtores audiovisuais e músicos onde irá demonstrar como funciona a arrecadação e distribuição dos direitos autorais e como os produtores audiovisuais podem se beneficiar destas oportunidades. Já A Música das Telas: Composições Originais, que contará com a participação de Marcos Souza, da Musimagem – RJ; Zé Neto, da Musimagem – RJ e João Batista Melo, da Musimagem – MG; reforça a importância do processo de composição de trilhas sonoras acompanhar a produção de conteúdo desde a sua concepção e aponta o caminho a ser percorrido, o mercado de trilhas sonoras e o relacionamento com as produtoras audiovisuais.

INCLUSÃO:

Importantes discussões sobre a inclusão na indústria audiovisual acontecerão durante a MAX. O documentário político, o socioambiental e seu papel para a sociedade será o tema da apresentação de Luana Lobo, da Maria Farinha; Fernando Gronstein, da Spray Filmes; Marco Altberg, da Indiana Produções e Silvio Tendler, da Caliban, que analisam a produção no gênero documental e sua importância na abordagem dos temas políticos, comportamentais e socioambientais.

O tema Oportunidades regionais, discussão de temas locais – Case Arigó reúne Roberto D’Avilla, da Moonshot e Cesar Piva, do Polo Audiovisual Zona da Mata; que avaliam que o longa sobre o cirurgião espirita Zé Arigó, rodado em Cataguases e Rio Novo com o apoio do Polo Audiovisual da Zona da Mata, representa a discussão de um tema local com abrangência nacional, discutindo as oportunidades para a economia regional ao atrair uma produção audiovisual e também a importância na discussão dos temas locais.

Monique Rocco, da AFROFLIX, e Josi Campos, da Videocamp repercutem A distribuição de conteúdo como meio de mobilização social no painel que aborda as plataformas que democratizam o acesso a conteúdos e tem possibilitado uma maior diversificação do mercado e da segmentação do catálogo oferecido.

Filme Educação: um novo mercado, uma nova ética, tema apresentado por Igor Amin, da MUNDOS Filme Educação; Clarisse Alvarenga, da FAE UFMG e Roque Antônio Juaquim, da Carretel Consultoria, discute o surgimento da LEI Nº 13.006, de 26 de junho 2014 que abre uma nova discussão sobre o mercado de conteúdos infanto-juvenis em janelas que dialogam com os ambientes educativos. A exibição de filmes de produção nacional como componente curricular e o audiovisual como uma poderosa ferramenta educacional, especialmente para crianças com deficiências e de vulnerabilidade social, também serão debatidos no painel.

Iniciativa que visa ampliar a participação das mulheres no audiovisual, o Selo ELAS será apresentado por Barbara Sturm da Elo Company. A distribuidora e agente de vendas da Elo Company fomenta projetos dirigidos por mulheres para parceria com investimento e inteligência comercial para potencializar a carreira de cineastas brasileiras.

A Acessibilidade Audiovisual – Normas gerais, implementação e tecnologia é tema do painel composto por Rafael Parlatore, da Steno, Claudio Jardim, da TV INES e representante da ANCINE que debate sobre as instruções normativas, a regulamentação dos recursos de acessibilidade, a implantação em diferentes janelas e as tecnologias que permitem o acesso.

CONCERTO

Enquanto as rodas de negócios e os painéis ocorrem no Expominas, a Sala Minas Gerais e o Museu de Artes e Ofícios receberão o Concerto Mineral, do artista Máximo Soalheiro. Serão, ao todo, cinco apresentações de 50 minutos cada, que ocorrerão nos dias 28, 29 e 30 no Museu e nos dias 31/8 e 1º/9 na Sala Minas Gerais, às 20h30.

A instalação, que pode ser entendida como um grande instrumento musical disposto em duas séries de peças em mesas microfonadas, permite a execução de obras do repertório erudito e popular, com uma sonoridade única de grande riqueza de timbre. Para dar vida ao projeto, Máximo se associou ao músico e sound designer Pedro Durães, que assina a direção musical, e a um grupo de instrumentistas virtuosos e abertos à experimentação de linguagens. Além da instalação, tocada com as mãos, baquetas e arco, a performance musical conta com baixo acústico, percussão, sopro, piano e voz.

Máximo Soalheiro explica que sua obra sempre buscou um diálogo com outras manifestações artísticas, como a música, o teatro e a literatura e esclarece que se trata de minério que produz sonoridade rica, que se sustenta no ar e com altura definida. A composição da cerâmica, além do mineral, traz um balanço minucioso de outros elementos e processos de moagem e queima, para resultar no material exato para a finalidade musical “A música sempre fez parte do meu trabalho e cheguei a iniciar estudos na área, que depois deixei para me concentrar nas artes visuais. Há oito anos foi realizado um primeiro ensaio com as peças. A aproximação com músicos criativos e com formação acadêmica fez o projeto avançar até o atual estágio”, conta. Para realizar Mineral, o artista se dedicou a pesquisa de materiais, processos de queima e vitrificação, chegando ao material definido para a instalação, o agalmatolito (especificamente a pirofilita), que tem ocorrência em Minas Gerais. O passo seguinte foi passar da pesquisa para a produção das peças, a partir de uma definição de parâmetros estabelecidos matematicamente. Hoje, de acordo com Máximo Soalheiro e Pedro Durães, é possível ter certeza, ao abrir o forno, que cerâmica produzida emitirá a nota esperada ou bem próxima do ideal. Para garantir ainda mais exatidão na emissão do som, os vasos cilíndricos de diferentes alturas, espessuras e diâmetros, são microafinados com água adicionada no interior de cada coluna.

Pedro Durães explica que a sonoridade de Mineral tem características originais. “Em termos acústicos, o material vibratório é a própria parede do objeto e não o ar, como nos instrumentos tradicionais de percussão em cerâmica. São gerados os sons harmônicos, ou seja, afinados e com grande sustentação temporal. E por ser modular, os objetos podem ser agrupados de diversas maneiras, gerando escalas musicais e sonoridades particulares, o que expande as possibilidades de repertório”.

MUSEU DE ARTES E OFÍCIOS:

Além do Concerto Mineral, descrito acima, o Museu de Artes e Ofícios terá, ainda, a oficina Animação com Smartphone, ministrada por Daniel Hertel que visa proporcionar uma experiência de animação com o objetivo principal de apresentar um método em que o participante consiga replicar os conceitos em sua casa utilizando um smartphone ou tablet. A técnica, denominada animação de recortes ou cutout animation, consiste em registrar com a câmara do equipamento o motivo sobre uma mesa de trabalho, inserindo-se recortes de papel, revistas, desenhos ou, até mesmo, objetos. A oficina acontece entre 28/8 e 1º/9, das 10h às 16h e não é necessário fazer inscrição antecipada.

Haverá também a exposição Quando o cinema se desfaz, do artista Solon Ribeiro. O trabalho, já apresentado no Museu da Imagem e do Som – SP, em janeiro de 2018, traz um recorte da produção de Solon através de vídeos, fotografias e instalações com base em fotogramas de filmes clássicos das décadas de 1920 a 1960, resultado da coleção herdada do pai com mais de 20 mil fotogramas alusivos a protagonistas de filmes clássicos de Hollywood. A exposição irá extrapolar o período da própria MAX: poderá ser visitada até o dia 18 de novembro, às terças-feiras, das 9h às 21h e de quarta a domingo, das 9h às 17h. A entrada é gratuita.

PRAÇA DA ESTAÇÃO:

Por fim, a Praça da Estação será transformada em um enorme cinema e exibirá, gratuitamente – os ingressos devem ser retirados meia hora antes de cada sessão -, sete produções de várias partes do mundo e épocas diferentes:

Terça-Feira, 28/8, 19:30

Cine Concerto com a Orquestra de Câmara SESIMINAS

Marinheiro de Encomenda (Buster Keaton, 1928)

Em River Junction, os donos de barco William Canfield e J.J. King disputam por passageiros. Quando o filho de William chega à cidade, logo é colocado para trabalhar na companhia do pai. Os problemas surgem quando o jovem e Kitty, filha de J.J., se apaixonam.

A trilha do filme foi composta por Fred Natalino, especialmente para a ocasião, e será executada ao vivo pela Orquestra de Câmara SESIMINAS, regida pelo maestro Marco Antônio Maia Drumond.

Quarta-Feira, 29/8, 19:00

Pulp Fiction: Tempo de Violência (Quentin Tarantino, 1994)

As vidas de dois matadores de aluguel, um boxeador, um gângster e sua esposa, e dois assaltantes se entrecruzam em uma série de incidentes bizarros, engraçados e violentos.

Quinta-Feira, 30/8, 19:00

Forrest Gump: O Contador de Histórias (Robert Zemeckis, 1994)

Com um grande coração e um QI abaixo da média, Forrest Gump é um homem simples do interior do Alabama, no sul dos Estados Unidos. Ainda assim, ele viaja pelo mundo, encontra figuras históricas e testemunha de perto alguns dos principais acontecimentos das décadas de 1960 e 1970.

Sexta-Feira, 31/8

19:00 – Santino e o Bilhete Premiado (Guilherme Fiuza, 2016)

Para os inimigos, Santino é um malandro, mulherengo e preguiçoso. Para os amigos, engraçado e encantador. Ele conhece Cristina, moça diferente, estudada na capital, e se apaixona. Mas Cristina está noiva do capataz de seu padrinho, o temido Coronel Antônio Bento. Conseguirão Santino e Cristina mudar o rumo dessa história?

20:30 – Tubarão (Steven Spielberg, 1975)

Um biólogo marinho, um marinheiro e o xerife local se unem para caçar o tubarão gigante que está aterrorizando uma pequena cidade à beira-mar.

Sábado, 1º/9

18:30 – O Menino e o Mundo (Alê Abreu, 2013) – sessão com audiodescrição

O pequeno Cuca vive numa pequena aldeia no interior. Sofrendo com a falta do pai, que partiu em busca de trabalho na desconhecida capital, Cuca deixa sua aldeia e sai mundo afora à procura dele. Nessa aventura, Cuca descobre a pobreza e a exploração que são parte da nossa sociedade.

20:30 – O Pequeno Príncipe (Mark Osborne, 2015) – sessão com tradução para Libras

Apesar da rígida rotina imposta pela mãe, uma menina tem sua curiosidade despertada quando a hélice de um avião abre um buraco em sua casa. Ela decide investigar o acontecido e torna-se amiga do seu vizinho, um senhor que conta a história e as aventuras de um pequeno príncipe que vive em um asteróide com sua rosa.

***

SERVIÇO:

Fique atento para não se perder! Afinal, são vários locais, horários e atividades distintos. Confira:

Negócios e Painéis de Capacitação:

Expominas: Av. Amazonas, 6200 – Gameleira

Oficina Animação com Smartphone, Exposição Solon Ribeiro e Concerto Mineral

Museu de Artes e Ofícios: Praça Rui Barbosa, 600 – Centro

Concerto Mineral (dias 31/8 e 1º/9 – Ingressos custam R$2,00):

Sala Minas Gerais: Rua Tenente Brito Melo, 1.090 – Barro Preto, Belo Horizonte

Cinema Para Todos – Exibição Gratuita de Filmes:

Praça da Estação (Praça Rui Barbosa):

Av. dos Andradas – Centro

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone: (31) 3224.3768

___

Todas as imagens são de divulgação da MAX.
O site Feira Cultural não se responsabiliza por quaisquer alterações que possam ocorrer na programação divulgada pelos realizadores.