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Crítica: Sicario: Dia do Soldado

Por Fábio Augusto Gomes

‘Sicario: dia do soldado’,  sequência  do elogiado ‘Sicario: terra de ninguém’, é um filme do diretor Stefano Sollima, com muita ação, violência, tensão e sua edição vem com cortes rápidos e inteligentes. Bom um filme com a cara do Tarantino. O diretor traz nessa sequência muita agilidade e uma fotografia que nos envolve com o que estamos vendo de uma forma tão intensa, que ficamos eufóricos, sentindo que somos parte do enredo do filme.

Alejandro Gillick (Benício Del Toro), está em busca de vingança e se junta com o oficial da CIA, Matt Graver (Josh Brolin), em uma missão secreta para causar um colapso nos cartéis Mexicanos. Essa missão envolve o sequestro da filha de um dos maiores chefões do tráfico, Isabelle (Isabela Moner). No decorrer da trama tudo muda e Alejandro tem que alterar completamente seus planos e seguir um novo rumo. Com o roteiro de Taylor Sheridan, Steffano nos traz tensão e emoção, tudo perfeitamente orquestrado em uma história que instiga.

Bem… Não tenho palavras para descrever todos os aspectos do filme, mas para resumir: o longa é extremamente bem feito em relação à fotografia, edição, direção, trilha, atuações fantásticas, tudo impecável. Sem falar no roteiro perfeito do Sheridan. A cena final do filme deixa questões em aberto, dando a entender  que teremos uma 3ª parte, talvez para fechar a trilogia. SÓ VEM !

Um filme completo que faz valer a pena o dinheiro e o tempo gastos o assistindo. Merece os parabéns!

 

Nota: 10