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Crítica: Talvez Uma História de Amor

Filme estrelado por Mateus Solano contém humor e suspense nas medidas certas
Por Antônio Pedro de Souza

Imagine a situação: você tem uma vida totalmente esquematizada, com horários regulares e uma agenda a ser seguida. Diariamente, acorda no mesmo horário, faz as mesmas refeições, vai para o trabalho e depois volta pra casa mantendo uma rotina imutável. Se para uns, isso pode parecer terrível, para Virgílio é a vida perfeita! Até que ele chega em casa certo dia e ouve uma perturbadora mensagem na secretária eletrônica. A mensagem é de Clara, que está terminando o namoro com Virgílio. Surge o primeiro problema: “Quem é Clara?” Seguido de: “Por que não lembro da minha suposta namorada?”

A partir daí, Talvez Uma História de Amor, longa estrelado por Mateus Solano passa a mesclar momentos de humor e suspense bem dosados. O desfile de celebridades incluem participações de Totia Meireles, Juliana Didone, Paulo Vilhena, Thaila Ayala, Marco Luque, Ana Rosa, entre outros que abrilhantam a produção dirigida por Rodrigo Bernardo. Há, ainda, a participação estrangeira de Cynthia Nixon em um dos momentos cruciais da trama.

Perfeito para a Semana dos Namorados, o filme pode ser facilmente assistido sozinho ou em companhia, já que retrata as várias facetas que o amor nos propõe ao longo da vida. A dualidade sustentada pelo amor à liberdade e o medo de ficar sozinho expõe problemas muito humanos que são tratados de forma bem delicada durante a projeção.

Em relação à comicidade, vale destacar a alteração na rotina de Virgílio causada pela simples mensagem na secretária eletrônica e seus desdobramentos. Já o suspense fica por conta da busca do personagem central em tentar se lembrar quem é Clara e o porquê de ela ser tão importante em sua vida.

Vale destacar ainda o ator canino que promove mais momentos de diversão e até mesmo mudança na percepção de mundo do Virgílio, quando se vê obrigado a cuidar do anima.

Merecem ainda menção as tomadas aéreas de São Paulo e Nova York que dão um show de imagens na telona.

A trilha é outra atração à parte, incluindo até o clássico de Frank Sinatra, New York, New York.

Talvez Uma História de Amor pode ser classificado como uma “comédia-romântica de suspense”, algo que vem se tornando comum para Mateus Solano, recém-saído da novela Pega-Pega, que trazia elementos semelhantes.

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Nota do Crítico: 10*

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