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“Sinhá Moça” estreia nesta segunda no canal Viva

Primeira versão da novela exibida em 1986 passa a integrar a grade do canal
Por Antônio Pedro de Souza

O ano era 1986 e Lucélia Santos e Rubens de Falco, que já haviam protagonizado Escrava Isaura uma década antes, voltavam a se encontrar em uma novela que também marcou época: Sinhá Moça, inspirada no romance homônimo de Maria Dezonne Pacheco Fernandes. A trama irá ao ar de segunda a sábado, às 14h30 com reprise, aproximadamente, à 1h30 da manhã.

Sinhá Moça (Lucélia Santos) é uma moça romântica e sonhadora, filha do Coronel Ferreira (Rubens de Falco), o Barão de Araruna, e de Cândida (Elaine Cristina). De volta à sua cidade, depois de terminar os estudos na capital, ela conhece o republicano abolicionista Rodolfo (Marcos Paulo), por quem se apaixona.

Contrária às ideias do pai, um escravocrata, Sinhá Moça junta-se a Rodolfo e outros abolicionistas na luta em defesa dos negros. Durante uma madrugada, com outra identidade, Rodolfo invade as senzalas e liberta os escravos.

Além da mãe, que aceita os ideais da filha, Sinhá Moça conta com o carinho e apoio de Bá (Chica Xavier). A escrava perdeu o filho, vendido pelo Barão em um lote de escravos, e sonha um dia rever o menino, fruto de seu amor com Pai José (Milton Gonçalves).

Em sua segunda novela na televisão, Patrícia Pillar interpretou Ana do Véu, a jovem que vivia com o rosto coberto devido a uma promessa de sua mãe, a religiosa Nina (Norma Blum). Embora prometida a Rodolfo, é Ricardo (Daniel Dantas) que se encantará pela moça.

Um dos maiores inimigos do Barão de Araruna é Rafael (Raymundo de Souza), seu filho com a escrava Maria das Dores (Dhu Moraes). O rapaz foi vendido pelo Barão, mas na infância viveu bem próximo a Sinhá Moça e tornaram-se amigos. Depois de alforriado, Rafael retorna com o nome de Dimas, disposto a se vingar. Ele conta com o apoio do jornalista Augusto (Luiz Carlos Arutin), um abolicionista convicto.

Mais uma história de amor, contra todos os preconceitos, é a de José Coutinho (Tato Gabus Mendes) e Adelaide (Solange Couto). Ele, filho de um ambicioso fazendeiro enquanto ela, é escrava, levada por Sinhá Moça para viver na casa grande e ser sua dama de companhia. Apaixonados, eles conseguem as bênçãos de Frei José (Sérgio Viotti), que realiza o casamento dos dois.

A trama de Sinhá Moça se desenrola ao longo de um período de dois anos e termina no dia da Abolição, 13 de maio de 1888.